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quinta-feira, 20 de março de 2014

Greve da Saúde Estadual

GREVE ESTADUAL DA SAÚDE COMEÇA COM ATO PÚBLICO E COBRA ENVIO DO PROJETO DE LEI

Nesta quinta-feira (20), o Sindsaúde-RN Estadual se reúne com o secretário estadual de Saúde para discutir os pontos da pauta de reivindicações


A greve é pra valer. Nesta quarta-feira (19), a adesão ocorreu em praticamente todos os locais da capital, com redução de pessoal. No Samu, apenas 30% das ambulâncias circularam na parte da manhã. Nos próximos dias serão discutidos os protocolos de greve nos hospitais e unidades.

Por volta das 09h, cerca de 150 servidores se reuniram em frente ao hospital Walfredo Gurgel, para um ato público pelo início da greve. Além de servidores do Walfredo, Giselda Trigueiro, Santa Catarina, Deoclécio Marques, Ruy Pereira e demais hospitais da capital, o protesto reuniu servidores de Mossoró, Santa Cruz, Caicó, Apodi e Macaíba.

Com faixas e bandeiras, os servidores cantaram palavras de ordem e a música “chega de lero-lero”, versão do hit lepo-lepo, feito para denunciar a demora no cumprimento do acordo de 2013. Em seguida, foram para a Governadoria, cobrar do governo o envio do Projeto de Lei com a tabela do Plano de Cargos e Salários, resultado da greve de 2013.

Uma comissão foi recebida na Governadoria, e foi informada de que o Projeto de Lei está na Consultoria Geral, para a revisão final. O conteúdo do projeto prevê a implantação da tabela em abril, maio e junho; a garantia das gratificações para servidores dos oito hospitais municipalizados e a reabertura do enquadramento (adesão ao PCCR) até o fim de 2014. A informação foi confirmada pelo consultor geral do Estado, José Marcelo Ferreira, que recebeu representantes do sindicato.

Na tarde desta quinta-feira (20), haverá uma reunião com a Sesap, para debater os temas sobre os quais a secretaria tem autonomia e poder de decisão. A reunião foi marcada após um encontro na segunda-feira com o secretário Luiz Roberto.

Durante a semana, boatos circularam nas unidades, com a informação de que não haveria mais greve e que um acordo teria sido fechado. “Esse boato foi uma tentativa de desmobilizar a categoria. Não houve nenhum acordo e nossa greve é uma realidade. O acordo que houve foi em setembro e eles não cumpriram. O servidor está  cansado de promessas. Estamos há meses aguardando esse projeto e só depois que marcamos a greve é que o governo se pronunciou”, afirma Simone Dutra, coordenadora-geral do Sindsaúde. “A única garantia para que o projeto seja aprovado e de conseguirmos outros pontos da pauta é fazermos uma forte greve. Não há outro jeito”, convocou.

DENÚNCIA

Durante o ato, uma usuária se aproximou dos servidores e pediu para falar sobre a situação de sua mãe, que acabava de ser liberada para a desospitalização sem ter passado pela cirurgia de que necessitava, para a retirada de um tumor no cérebro.

Segundo Maria Nízia, filha da paciente, a cirurgia não aconteceria devido à falta de vagas no hospital. “Lá dentro eles têm que escolher a dedo quem vai viver e quem vai morrer. Sem essa cirurgia, a minha mãe irá morrer e o hospital tem condições de fazer, mas preferiu liberar minha mãe para morrer em casa! Um absurdo!”, conta Maria Nízia, indignada.


Ela ainda falou sobre as dificuldades para conseguir internar sua mãe, há um mês: “A gente veio de longe, lá do município de Serrinha e foi uma luta para conseguir interná-la. Eles não queriam, mesmo com ela tendo convulsões e passando muito mal”. Após a intervenção no protesto dos servidores, a usuária foi ao Ministério Público denunciar o caso.

10 Anos Contra Reforma Sindical

CSP-CONLUTAS RELEMBRA OS 10 ANOS DO ENCONTRO CONTRA A REFORMA SINDICAL E TRABALHISTA, EMBRIÃO DA CONLUTAS


No dia 14 de março de 2014, o site da CSP-Conlutas publicou um texto relembrando os 10 anos do Encontro contra a Reforma Sindical e Trabalhista, que foi o início de nossa central sindical. O evento aconteceu em 2004, na cidade de Luiziania, Goiás. Confira o texto na íntegra:

Há exatamente dez anos, em 14 de março de 2004, acontecia em Luiziania (GO), o Encontro contra a Reforma Sindical e Trabalhista. As instalações da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) ficaram pequenas para abrigar as 1.800 pessoas que estavam ali, número que superava em muito a expectativa dos organizadores.

As caravanas chegavam de todo o país, com ânimo e disposição pelos que vinham para organizar a luta contra o projeto de reforma do governo, aprovado no Fórum Nacional do Trabalho (FNT) e apoiado pelas centrais sindicais, inclusive a CUT.

Na época, o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luiz Carlos Prates, o Mancha, dava o tom da atividade. “Não podemos deixar que os direitos duramente conquistados pelos trabalhadores sejam retirados. A reforma sindical é um golpe, que prepara o terreno para a reforma trabalhista, por isso precisamos resistir.”   O Encontro debateu a conjuntura nacional, as reformas e a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), para ao final definir os encaminhamentos. Ali foi aprovado um calendário de mobilização para os meses seguintes e a formação de uma Coordenação Nacional de Lutas, surgindo assim o embrião da Conlutas, principal corrente da nossa Central, a CSP-Conlutas.

A presidente da Unafisco Nacional, Maria Lúcia Fattorelli, também coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida pela Campanha Jubileu Sul, estava na mesa sobre Alca e sentenciava: “É alarmante constatarmos que o governo já aplica medidas preparatórias para a implementação da Alca no país, como a liberalização e isenção tributária dos fluxos de capital financeiro, a flexibilização das normas aduaneiras – como o funcionamento em tempo parcial da aduana e a dispensa de visita da fiscalização às embarcações estrangeiras, aprovadas pela recente Lei 10.833/2003 -, e a reforma da Previdência.”   Ainda foi tema de debate o papel da CUT na condução do apoio à s reformas do governo.

O calendário de lutas apontava para a reprodução daquele encontro nos estados, a realização de seminários, plenárias e debates sobre a Reforma Sindical e Trabalhista, assim como a preparação de um 1º de Maio unitário, que pautasse, além das bandeiras tradicionais, o protesto contra a reforma do governo. Já convocava também para uma grande manifestação em Brasília contra essa reforma e em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Segundo Zé Maria de Almeida, não era somente o número de presentes, mas a alegria presente eram expressões da importância da iniciativa como passo concreto na ruptura do bloqueio às lutas dos trabalhadores. “Não se trata apenas da revolta contra a reforma Sindical e Trabalhista, esse encontro expressou também uma explosão do descontentamento represado com o governismo da direção da CUT”, ressaltou.
A Coordenação Nacional de Lutas foi constituída nesse Encontro contando com a participação de todas as entidades que já tinham uma posição definida sobre a sua constituição. Era uma Coordenação aberta, permitindo que as entidades e setores pudessem aderir posteriormente.


Os números - O Encontro contava com 1.764 inscritos, 269 Sindicatos e Federações, assim divididos: 18 de Metalúrgicos, 28 de Professores (municipais, estaduais e universitários),  8 entidades representativas do Movimento Popular (sem-teto, campo, desempregados, aposentados) e 101 Funcionalismo (federal, municipal e estadual); assim como 114 de outras categorias e dez Oposições Sindicais.

Fonte: CSP-Conlutas

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Paralisação nacional

O BRASIL VAI PARAR! DIA 30 TEREMOS MAIS UM DIA NACIONAL DE LUTAS E MOBILIZAÇÕES



Assista o vídeo que a CSP-Conlutas divulgou convocando os trabalhadores para a paralisação do dia 30 de agosto:

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Greve geral


Para entender melhor os motivos da greve geral, vamos reproduzir uma parte da nota convocatória que foi publicada no site da CSP-Conlutas:

11 de julho é dia nacional de greves, paralisações e manifestações de rua

Nosso país está sendo sacudido nas últimas semanas por grandes manifestações de rua. O povo está indo às ruas, com a juventude à frente, para cobrar dos nossos governantes solução para as mazelas que afligem a vida de todos: além do transporte, saúde, educação, moradia, inflação, violência policial, corrupção, desmandos dos políticos, entre muitas outras.   A classe trabalhadora brasileira precisa ocupar o seu lugar nesta luta, entrar nela com todas as suas forças, de forma organizada, e em defesa de suas reivindicações. Somos parte e apoiamos as manifestações que estão nas ruas, apoiamos suas bandeiras. Precisamos com nossa ação, fortalecer esse processo de lutas e agregar às bandeiras das ruas, as reivindicações da nossa classe.   O dia 11 de julho foi definido pelas centrais sindicais – além da CSP-Conlutas, a Força Sindical, CUT, CTB, UGT, NCST, CGTB, CSB – como um dia de greves, paralisações e manifestações de rua, para cobrar do governo e dos patrões o atendimento de nossas reivindicações:   - Reduzir o preço e melhorar a qualidade dos transportes coletivos; - Mais investimentos na saúde e educação pública; - Fim do fator previdenciário e aumento das aposentadorias; - Redução da jornada de trabalho; - Fim dos leilões das reservas de petróleo; - Contra o PL 4330, da terceirização; -  Reforma Agrária   A estas reivindicações, obviamente, podem agregar-se outras que cada categoria achar adequado e que ajude a mobilizar os trabalhadores.

Fonte: CSP-Conlutas


Aqui em São Gonçalo do Amarante o que não falta é reivindicações para serem somadas às expostas pela CSP-Conlutas. Por isso, no dia 11 de julho, São Gonçalo do Amarante irá PARAR GERAL, assim como o restante do país!

sábado, 4 de maio de 2013

Imposto sindical


O SINTE E O SINDSAÚDE DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE SÃO CONTRA O IMPOSTO SINDICAL


Esclarecemos que os Sindicatos dos Trabalhadores em Educação e Saúde (Sinte e Sindsaúde), núcleos de São Gonçalo do Amarante, são contra o imposto sindical cobrado dos servidores.

Mas primeiro precisamos explicar a diferença entre imposto sindical e desconto sindical.

A contribuição sindical, mais conhecida como imposto sindical, é paga pelo trabalhador uma vez por ano e corresponde à remuneração de um dia normal de trabalho, sem inclusão de horas extras. Pela legislação atual, a contribuição – criada na década de 1940 para fortalecer o movimento sindical – é recolhida compulsoriamente pelos trabalhadores todo mês de abril.

Já o desconto sindical se dá quando o trabalhador se filia ao sindicato, mediante preenchimento e assinatura de requerimento de filiação, passando a pagar mensalidades correspondentes a 1% da remuneração total, exceto gratificação de estímulo à produtividade e plantão eventual.

Segundo a prefeitura de São Gonçalo do Amarante, o desconto deste mês foi em favor da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Administração Pública Municipal do Rio Grande do Norte (Fetam), mediante decisão judicial.

Este imposto não representa a CSP-Conlutas e somos absolutamente contra ele. Paulo Barela, membro da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, afirma que nossa Central defende que esse imposto deve ser banido tanto do setor público quanto do privado. Ele acrescenta que a CSP-Conlutas defende o financiamento voluntário por parte dos servidores (através da filiação ou doação) e também o autofinanciamento. Ou seja, defendemos a contribuição voluntária.

Faremos o possível para que o valor cobrado seja restituído aos trabalhadores. Na segunda-feira (6), entregamos um ofício à prefeitura solicitando a imediata devolução do imposto sindical e, caso não sejamos atendidos, iremos promover uma ação judicial.

Para se aprofundar no assunto, sugerimos a matéria abaixo, direto do site da CSP-Conlutas.


CENTRAIS GOVERNISTAS EXIGEM E GOVERNO MANDA COBRAR O IMPOSTO SINDICAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS

As centrais sindicais governistas conseguiram o que tanto queriam: a normativa do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), de 14 de janeiro de 2013, que desobrigava os servidores públicos ao pagamento do imposto sindical, foi suspensa por 30 dias.

Para, a audiência pública convocada pelo governo, realizada no dia 25 de fevereiro, cumpriu o papel de atender a vontade e demandas dessas centrais governistas que só estão interessadas no dinheiro do imposto. “Foi um teatro! Nem fomos convidados, tivemos que forçar nossa presença na audiência e agora está muito claro que o governo precisava da cumplicidade das Centrais pelegas para impor esse famigerado imposto”, explicou.

A CSP-Conlutas foi a única central que se posicionou contra a cobrança de imposto sindical dos servidores. “Nossa Central defende que a cobrança do imposto sindical deve ser banida tanto no setor público quanto no setor privado. Defendemos o financiamento feito voluntariamente pelos trabalhadores e o autofinanciamento das entidades sindicais. Somos contra o pagamento do imposto, pois este está sob a tutela do Estado e compromete a independência dos sindicatos frente aos governos e patrões”, disse Barela.

O dirigente também destacou o papel da CUT nesse episódio. Essa Central criticou a postura unilateral do governo ao não discutir com as centrais sobre o tema e propôs que fosse suspensa a normativa e que o assunto fosse rediscutido no Conselho Bipartite formado pelo MTE e as centrais governistas. Foi o que ocorreu. Entretanto, ao defender a suspensão da norma atual, a CUT fez coro com as outras centrais, uma vez que voltará a ter efeito a norma anterior, editada pelo então ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Dessa forma, a CUT, que já se recusou a assinar os materiais da Campanha pela Anulação da Reforma da Previdência-2003, aprovada sob um forte esquema de corrupção, o chamado “mensalão”, agora, em aliança com as demais centrais, apoia um novo ataque aos direitos dos servidores públicos.

Para Barela, a CUT cumpriu um papel nefasto.  “Essa Central defendeu a suspensão da instrução normativa garantindo mais um saque ao bolso do trabalhador”. Na verdade, a suspensão da medida vale por 30 dias a partir de sua publicação, mas a obrigação do desconto do imposto sindical tem prazo até 30 de março, ou seja, dentro do período da suspensão.  Isso significa que, ao final da validade do período de suspensão, e se não houver acordo, volta a valer o não desconto, porém, o desconto já terá sido efetuado.

“A CUT faz uma propaganda contra a cobrança do imposto sindical, mas o grosso de sua receita tem origem nessa fonte de arrecadação. A partir dessa fonte financeira, essa Central sustenta os ataques do governo contra os trabalhadores. Temos que alertá-los sobre isso para terem consciência de quem os representa”, frisou o dirigente da CSP-Conlutas.

Barela ressaltou que a Central vai continuar sua denuncia contra a suspensão, pois a cobrança de imposto sindical para os servidores é inconstitucional. “Vamos orientar os servidores de nossa base sobre esse ataque, vamos recorrer a todas as alternativas de resistência, inclusive as judiciais para barrar essa suspensão”, ressaltou.

O representante da Central  afirmou ainda que para os sindicatos da base da CSP-Conlutas, na medida em que houver o desconto obrigatório, esse valor deverá ser devolvido para os trabalhadores.

Segundo Barela, enquanto as “centrais oficiais” discutem o conteúdo jurídico-constitucional das normas expedidas no MTE , a CSP-Conlutas vai além. “A nossa Central discute o conteúdo político desse tipo de imposição do Estado, que só serve para sustentar direções burocráticas, que não têm compromisso nenhum com a organização e a luta dos trabalhadores para defender seus direitos frente ao capitalismo”.

De acordo com o dirigente, as centrais sindicais governistas só estão interessadas nos mais de 11 milhões de servidores passíveis de contribuição. “Elas estão de olho nos milhões de reais que sairão dos salários dos funcionários públicos, assim como já fazem em relação aos trabalhadores do setor privado”, completou.

Barela salientou que a CSP-Conlutas vai continuar lutando ao lado dos trabalhadores contra a cobrança do imposto sindical que burocratiza as relações entre sindicato e trabalhadores. “Nós, da CSP-Conlutas, gostaríamos de ver o mesmo ímpeto dessas centrais nas lutas que verdadeiramente são de interesse dos trabalhadores como a marcha do dia 24 de abril em Brasília”, desafiou.

Entenda esse ataque - A norma executiva de 2013 foi editada pelo ministro do MTE, Carlos Daut Brizola, após parecer da AGU (Advocacia-Geral da União) que questiona a validade constitucional de outra instrução normativa de 2008, do então ministro do MTE, Carlos Lupi, que estendeu a obrigação de pagar imposto sindical também aos servidores públicos.

As centrais sindicais Força Sindical, CTB, Nova Central, CSB, CGTB, UGT se posicionaram a favor do pagamento do imposto e alegam que os trabalhadores, independente de serem do setor público ou privado, tem que contribuir, por isso, a lei que impõe a contribuição sindical compulsória tem que valer para todos.

Fonte: CSP-Conlutas (Matéria publicada em 11/03/2013)

Clique aqui para ler a matéria original no site da CSP-Conlutas.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

VÍDEO: dia 24 de abril tem a Marcha para Brasília

A marcha para Brasília será no próximo dia 24. Assista o vídeo a seguir e entenda nossas reivindicações!
O vídeo foi produzido por nossos companheiros do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP).



sábado, 13 de abril de 2013

Todos contra a ACE e pelos 10% do PIB para a educação já!



No dia 24 de abril, em Brasília, vamos todos lutar pelos 10% do PIB para a educação! E também dar nosso grito de ordem contra o Acordo Coletivo Especial (ACE), que promete ser mais uma grande rasteira contra os trabalhadores, tirando nossos direitos! Imaginem o que um acordo como esse pode causar numa cidade como a nossa, que vive de mandos e desmandos arbitrários.

RUMO A BRASÍLIA: ÚLTIMOS PREPARATIVOS PARA A MARCHA DE 24 DE ABRIL

A preparação da marcha indica que em todos os estados estão se mobilizando para levar as nossas bandeiras a Brasília no dia 24 de abril. A perspectiva é que compareçam mais de 20 mil trabalhadores e estudantes, exigindo a manutenção dos direitos garantidos na CLT, contra o ACE (Acordo Coletivo Especial); o fim do fator previdenciário, assim como exigindo a anulação da reforma da previdência de 2003, aprovada com o dinheiro do mensalão e rejeitando a nova reforma que governo e centrais estão negociando (fator 85-95).

Serão 20 mil denunciando os bilhões gastos pelo governo para a Copa e a Olimpíada, enquanto desviam verbas da saúde, educação e infraestrutura, além de impor remoções violentas aos moradores nas regiões das obras; exigindo 10% do PIB para a educação já; denunciando a superexploração pela qual passam os trabalhadores rurais, assim como os operários de Belo Monte e outras obras, que não se cansam de lutar. Essas vozes, talvez, ainda tenham de gritar também “Fora Feliciano”, que resiste em deixar a Comissão de Diretos Humanos.

Nossas vozes ecoarão nas ruas de Brasília, no Congresso Nacional e nos ministérios.  São diversas organizações que estão envolvidas na preparação da Marcha de 24 de abril, em Brasília. Além da CSP-Conlutas, seus sindicatos e movimentos afiliados, temos “A CUT Pode Mais”, CNTA, Cobap, Condsef, Feraesp, MST, outras entidades nacionais e sindicatos locais.

Vamos preparar as caravanas, com muita discussão política, agitação nas bases das categorias e regiões, vamos levar nossas faixas, bandeiras e mostrar nossa disposição em Brasília no dia 24 de abril.

A organização em Brasília

Os ônibus devem chegar impreterivelmente até às 7h. A marcha sairá do estádio Mané Garrinha, local de concentração, às 9h30, para percorrer as ruas da capital federal e terminar às 12h30.

No início da tarde, estão sendo organizadas reuniões e visitas e atividades por categorias em ministérios e no Congresso Nacional. Logo, enviaremos as agendas das atividades da parte da tarde.

Fonte CSP-Conlutas

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Não esqueceremos!

Ato de um ano da desocupação do Pinheirinho celebra resistência das famílias que seguem na luta pelo direito à moradia

Hoje, completa-se um ano da desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). Para celebrar a resistência das famílias do Pinheirinho que lutam pelo direito à moradia, um ato será realizado, às 18h, no Centro Poliesportivo Fernando Avelino Lopes, em frente ao terreno do Pinheirinho.

A manifestação servirá para intensificar a luta pela reparação dos danos morais e materiais, punição dos responsáveis e desapropriação do terreno para a construção de moradias para as famílias do Pinheirinho. 

Luta dos moradores do Pinheirinho e suas primeiras conquistas 
A luta no decorrer de todo o ano dos moradores do Pinheirinho já possibilita a primeira conquista o movimento: o início da construção de casas para as famílias. 

A Associação Democrática por Moradia e Direitos Sociais, que organiza os moradores do Pinheirinho, junto com MUST (Movimento Urbano dos Sem-Teto), negociou com a prefeitura a construção de cerca de 570 moradias, com previsão para serem construídas no mês de fevereiro.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Mobilização nacional

TRABALHADORES PREPARAM MANIFESTAÇÃO EM BRASÍLIA PARA O DIA 17 DE ABRIL

Depois de um descanso merecido, vamos entrar em 2013 com garra, com raça e preparados (as) para enfrentar mais um ano de lutas. Tudo indica que não teremos trégua neste início de ano. Fechamos 2012 com demissões em massa em diversas empresas: no Santander, na Vulcabrás Azaléia, Webjet, no Consórcio Belo Monte e outras. Temos ainda a luta contra o Acordo Coletivo Especial, o fator previdenciário e a fórmula 85/95, além da campanha pela anulação da reforma da previdência de 2003, comprada com o dinheiro do ‘mensalão’. 

Por tudo isso e tantas outras bandeiras de luta, a reunião do Espaço Unidade de Ação, que aconteceu no início de dezembro, aprovou a realização de uma manifestação nacional em Brasília, no próximo dia 17 de abril – dia do massacre de Eldorado de Carajás.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Internacional

TRABALHADORES EUROPEUS REALIZAM GREVE GERAL NESTA QUARTA-FEIRA

Os trabalhadores europeus estão chamando uma Greve Geral para esta quarta-feira, dia 14. É a primeira vez na história que ao menos quatro países (Espanha, Itália, Portugal e Grécia) convocam uma greve geral unitária. Estão previstas também manifestações em diversos países da Europa em apoio à paralisação. Essas ações tem o mesmo objetivo: consolidar a unidade dos trabalhadores para combater os ataques aos seus direitos que se intensificaram nos últimos anos.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Direitos ameaçados!

CÂMARA PODE VOTAR MAIS UM ATAQUE À APOSENTADORIA AINDA EM NOVEMBRO

Mais uma vez o Congresso Nacional e o Governo Dilma podem alterar as condições para os trabalhadores se aposentarem.  A Câmara dos Deputados pode aprovar ainda neste ano o fim do Fator Previdenciário cuja implantação em 1999 significou um ataque à aposentadoria. Mas em seu lugar seria adotada uma nova fórmula, o fator 85/95, que assim como o fator previdenciário, prevê que o trabalhador trabalhe mais anos para poder se aposentar.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Não mexam nos nossos direitos!

Projeto do Acordo Coletivo Especial (ACE) reduz direitos dos trabalhadores

Os trabalhadores brasileiros estão diante de nova tentativa de redução de direitos. Recentemente, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC), ligado à CUT, apresentou ao Congresso Nacional o Acordo Coletivo Especial (ACE), um anteprojeto de lei que pretende modificar a legislação trabalhista. 

De acordo com o sindicato, as leis trabalhistas emperram os acordos com as empresas. Por isso, é preciso facilitar esses processos negociais. Em síntese, a proposta pretende que o negociado prevaleça sobre o legislado, ou seja, que os sindicatos possam fechar acordos com as empresas que valham sobre os direitos contidos na Convenção Coletiva do Trabalho (CLT).

As conseqüências
Dessa forma, se aprovada esta proposta, estariam legalizados acordos que, por exemplo, permitem a divisão das férias em mais de dois períodos; o pagamento parcelado do 13º salário, até mesmo em parcelas mensais; a ampliação do banco de horas sem limites; contratação temporária e a terceirização dentro das empresas sem nenhum limite; além de outras manobras.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Direitos não se negociam!

Confira e divulgue vídeo contra o Acordo Coletivo Especial 

A CSP-Conlutas orienta a todas as suas entidades filiadas a divulgarem em seus veículos de comunicação o vídeo contra o Acordo Coletivo Especial (ACE). Esse material também servirá de apoio para os seminários que estão previstos para ocorrer nos estados.

Esse vídeo foi produzido pela CSP-Conlutas contra o Acordo Coletivo Especial (ACE), anteprojeto de lei proposto pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC que prevê que o negociado prevaleça sobre o garantido na CLT, o que vai favorecer os acordos rebaixados. 

O vídeo faz um resgate dos ataques aos direitos trabalhistas desde a época do governo de Fernando Henrique Cardoso  e convoca todos os trabalhadores a combaterem mais essa tentativa de flexibilização da CLT. Direitos não se negociam, não ao ACE!

Nacional

Servidores federais lançarão campanha pela anulação da reforma da previdência aprovada sob compra de votos 

O julgamento dos envolvidos no chamado Mensalão trouxe novamente um tema de interesse público na política brasileira: as práticas vergonhosas de corrupção em torno da compra de votos de parlamentares para aprovação no Congresso Nacional de projetos de interesse do governo e de empresários. Uma verdadeira teia de práticas ilícitas com o dinheiro do povo brasileiro.

O ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou em suas considerações de votos que os atos parlamentares contaminados pela corrupção do Mensalão são passíveis de anulação.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Vídeo

Sindsaúde/RN Mossoró: Lutando a gente faz história

Vídeo mostra as lutas travadas pelos agentes de saúde e de endemias de Mossoró/RN, entre os anos de 2005 e 2012, tendo à frente o Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública de Mossoró/RN (Sindsaúde). Só quem luta faz história!