quinta-feira, 7 de maio de 2015

1/3 da hora-atividade

NÃO ADIANTA AMEAÇAR, O 1/3 DA HORA-ATIVIDADE É UM DIREITO NOSSO E JUIZ RECONHECE ISSO

O Sinte-RN, núcleo de São Gonçalo do Amarante, vem a público deixar claro que a categoria não precisa se deixar levar por ameaças ou ataques de diretores de escolas quanto à questão da hora-atividade.

É verdade que o juiz Odinei W. Draeger, da 1ª Vara Cível de São Gonçalo do Amarante, emitiu no dia 29 de abril de 2015 uma sentença considerando que a categoria não tem direito ao pagamento de horas extras, como o sindicato havia solicitado, mas, em nenhum momento o juiz negou o direito da categoria ao 1/3 da hora-atividade.

Repetimos, o juiz considera o direito ao 1/3 da hora-atividade legítimo! E devemos continuar lutando por ele! Além disso, a sentença do dia 29 de abril ainda não é definitiva.

Por isso, convocamos todos os servidores a comparecerem à assembleia do próximo dia 14 de maio (quinta-feira), às 8h, no Clube dos Correios para que nossa assessoria jurídica possa esclarecer melhor essa situação durante os informes jurídicos.


Aqui você pode ler na íntegra a sentença emitida pelo juiz no dia 29 de abril:




Assembleia da Educação


SINTE-RN DE SÃO GONÇALO CONVOCA SERVIDORES DA EDUCAÇÃO A VESTIREM PRETO NA PRÓXIMA ASSEMBLEIA DA CATEGORIA

Servidores prestarão uma homenagem aos professores em greve do Paraná e entrarão em luto pela Educação de SGA

Na próxima quinta-feira, 14 de maio, às 8h, no Clube dos Correios, os servidores da Educação de São Gonçalo do Amarante realizarão uma nova assembleia para discutir principalmente a questão do 1/3 da hora-atividade e as novidades sobre o processo. Também teremos a presença da assessora jurídica do sindicato para dar os informes jurídicos e tirar as principais dúvidas da categoria.

Na ocasião, também daremos informes sobre as eleições do Sinte-RN Estadual, que acontecerão em junho.

Em respeito e solidariedade aos professores em greve do estado do Paraná, solicitamos que a categoria compareça à assembleia vestida de preto, para homenagear esses bravos guerreiros que não fogem à luta! Também estaremos de luto pela Educação de São Gonçalo do Amarante, que agoniza a cada dia por causa do descaso da prefeitura municipal.

Campanha Salarial 2015 da Saúde Estadual

EM AUDIÊNCIA COM A SESAP, O SINDSAÚDE-RN APRESENTA A CAMPANHA SALARIAL 2015 AO SECRETÁRIO RICARDO LAGRECA

A próxima reunião será no dia 14 de maio

Em campanha salarial, o Sindsaúde-RN se reuniu com o secretário estadual Ricardo Lagreca nesta terça-feira(05). Na audiência, a coordenadora-geral Simone Dutra apresentou a estrutura do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) e toda a pauta da Campanha Salarial 2015 para os servidores do Estado.

Dentre as reivindicações estão pontos recorrentes, como o reajuste salarial de 27%, a isonomia salarial entre servidores ativos, aposentados e pensionistas, jornada de 30h para a Enfermagem sem redução salarial e a ampliação de níveis na tabela do PCCR. O secretário se comprometeu em analisar, junto à Sesap, a pauta e mediar uma audiência entre o Governador e o Sindsaúde.

A próxima reunião está marcada para o dia 14 de maio (quinta-feira), onde será a apresentada a resposta da Secretaria Estadual de Saúde diante das reivindicações.


Leia a pauta da Campanha Salarial 2015 na íntegra clicando aqui.

Fonte: Sindsaúde-RN Estadual

Novo golpe contra a previdência do RN

GOVERNO ROBINSON PREPARA NOVO GOLPE CONTRA A PREVIDÊNCIA ESTADUAL

Governo já usou o Fundo Previdenciário e agora enviou projeto atacando a aposentadoria


O Governo do Rio Grande do Norte se confunde com aquela máxima de que “tudo que é bom se copia” e coloca o futuro dos funcionários públicos em situação de desconforto. É que o governador Robinson Faria [PSD], enviou nesta quinta-feira, 30, ao legislativo estadual, Projeto de Lei que institui o Regime de Previdência Complementar [RPC] para o funcionalismo.

Se aprovado o servidor que ganhar acima do teto do Regime Geral de Previdência – hoje de R$ 4.6 mil – terá que contribuir com um fundo complementar estadual para receber o valor integral do salário após a inatividade. A contribuição do governo sobre as aposentadorias, por sua vez, poderá cair de 22% para 8%.

As entidades do Fórum Estadual dos Servidores vão se posicionar pela retirada do Projeto da Assembleia uma vez que não beneficia os servidores estaduais.  Os sindicatos afirmam que mais uma vez os não foram os servidores foram consultados sobre qualquer alteração na gestão de seus recursos previdenciários.

Modificações - A partir do Projeto de Lei, que ainda irá tramitar nas comissões da Assembleia Legislativa para posterior sanção ou veto do governador. A medida vale para os servidores a ingressarem no funcionalismo público estadual via concurso.

 São tutelados pelo RPC, os titulares dos poderes Executivo, sejam da administração direta ou indireta, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas do Estado e da Defensoria Pública.

Para administrar e executar o plano de benefícios de caráter previdenciário complementar, o projeto prevê a criação da Fundação de Previdência Complementar do Estado do Rio Grande do Norte (Fuprevi/RN), sem fins lucrativos. A gestão dos recursos será realizada por instituição financeira credenciada pelo Banco Central, contratada mediante licitação.

Para o ex-presidente do SINAI e representante dos servidores estaduais aposentados no Conselho Estadual de Previdência Social do IPERN, Manoel de Lima Duarte, o Projeto não tem benefício para os servidores estaduais. “Não adianta misturar, a aposentadoria complementar é opcional e só vai servir para quem se aposentar daqui para frente e mesmo assim por adesão”, afirmou Manoel Duarte.

“A aposentadoria complementar vai servir para gerar lucro aos fundos financeiros e o capital. O fundo previdenciário tem as mesmas características da aposentaria complementar, ou seja, rendimento e fiscalização. Além do mais não resolve a situação dos atuais aposentados e pensionistas”, disse o conselheiro.

Luta nacional - Regime semelhante já foi adotado em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Pernambuco e Rondônia, e está em discussão em outros, como Paraná, Goiás, Bahia e Santa Catarina com resistência heróica dos servidores estaduais. No mais recente embate dos trabalhadores, Curitiba/PR virou praça de guerra, batalha campal, cenário de terror na última quarta-feira (29) onde quase duas horas de confrontos entre manifestantes e policiais terminou com um saldo de 213 feridos.

A proposta modifica a ParanáPrevidência e foi alvo de várias críticas, especialmente dos(as) servidores(as) estaduais. Entre outras coisas, o projeto abre as portas para que o governo do Estado retire, do Fundo Previdenciário, cerca de R$ 142 milhões por mês. Dinheiro suado das contribuições do funcionalismo estadual.

Estado - No Rio Grande do Norte, o Tribunal de Contas do Estado, Assembleia Legislativa, Ministério Público Estadual, Ministério da Previdência investigam o processo de fusão dos fundos previdenciários e suas consequências para os servidores graças as denuncias formuladas pelas entidades que compõem o Fórum Estadual dos Servidores. Os trabalhos questionam a legalidade da unificação dos fundos previdenciários e financeiros e cobram a recomposição dos quase R$ 600 milhões do FUNFIRN que foram usados desde dezembro de 2014 pelo governo para pagamento de pessoal.

Para se ter uma ideia do rombo financeiro, apenas no mês de abril, o Governo Robinson sacou R$ 82.640.280,51 do FUNFIRN.  Ele declarou que este seria a última retirada de recursos do Fundo Previdenciário.

De acordo com o Ministério da Previdência Social mais de 10 outros estados e municípios estão discutindo a criação de fundações de previdência complementar para seu funcionalismo público. Os regimes próprios de estados e municípios estão criando fundos para complementar a aposentadoria de servidores que recebem salários com valor acima do teto do INSS. Estimativas do Ministério da Previdência apontam que 1,3 milhão de funcionários públicos da União, estados e municípios serão afetados por esses fundos de previdência complementar. Na prática a medida funciona como uma reforma previdenciária nos estados.

Os servidores aposentados ou ativos, bem como os dependentes devem acompanhar a tramitação do Projeto e cobrar dos deputados estaduais a garantia das aposentadorias através do fundo previdenciário que pode responder positiva a expectativas dos servidores do estado.


Principais pontos do Projeto de Lei Complementar

São tutelados, pelo Regime de Previdência Complementar, os servidores efetivos do Poder Executivo (órgãos e entidade das Administrações Direta e Indireta); dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; Ministério Público; Tribunal de Contas do Estado e Defensoria Pública;

A adesão ao Regime, uma vez consumada com a assinatura do correspondente termo, torna-se irrevogável e irretratável;

Fica vedado ao Estado do Rio Grande do Norte, realizar aporte financeiro em favor da Previdência Complementar, exceto na condição de patrocinador;

Os servidores públicos efetivos do Estado do RN, cuja investidura no cargo tenha se dado na vigência desta lei, só contribuirão para o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Estado do RN até o valor máximo permitido para pagamento das aposentadorias e pensões por morte pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS);

Os membros do Conselho Deliberativo serão designados para o período certo de quatro anos, com direito a apenas uma recondução, garantida a estabilidade;

A gestão dos recursos previdenciários da FUPREVIRN será realizada por instituição financeira credenciada pelo Banco Central do Brasil, mediante licitação prévia;

Incluem-se, na remuneração, para os efeitos desta Lei Complementar, as vantagens excedentes do vencimento básico correspondente ao cargo de provimento efetivo, excetuadas as parcelas indenizatórias e o abono de permanência;

 Fica o Poder Executivo do Estado do RN autorizado, em caráter excepcional, a promover aporte de até R$ 1 milhão, que serão compensadas com as contribuições que tiver que realizar, como patrocinador, até 30 dias após o ato da criação da FUPREVIRN, para propiciar a cobertura das despesas administrativas indispensáveis à instalação e ao funcionamento da entidade;

A FUPREVIRN deverá promover concurso público de provas ou de provas e títulos para o provimento dos cargos que vierem a ser criados.


Fonte: Sindsaúde-RN, via SINSP-RN, com informações do Projeto de Lei Complementar – Mensagem nº 014/2015-GE.

Greve da Educação em Nísia Floresta

EDUCADORES DE NÍSIA FLORESTA SE MANTÉM FIRMES NA GREVE


Em vez de atender ao pedido de ilegalidade da greve dos professores de Nísia Floresta, o juiz responsável pela ação decidiu marcar uma audiência de conciliação entre a categoria e a prefeitura, que aconteceu na quarta-feira (6).

Em greve desde abril, os educadores lutam contra a extinção do terço de hora atividade. A categoria reivindica também a realização de concurso público, a criação de um plano municipal de educação com garantia de direitos e a implementação da gestão democrática.


Entretanto, os educadores de Nísia Floresta vêm enfrentando a intransigência e o autoritarismo do chefe do executivo municipal, que descontou dez dias dos salários dos profissionais e pediu a ilegalidade do movimento grevista.

Fonte: Sinte-RN Estadual

Eleições do Sinte-RN Estadual

PRAZO PARA INSCRIÇÕES DE CHAPA PARA ELEIÇÃO DO SINTE TERMINA NO DIA 15 DE MAIO

No dia 15 deste mês termina o prazo para inscrever as chapas que vão disputar as eleições do SINTE/RN. Já no dia 16 de maio será dada a largada para a campanha eleitoral.

O pleito será realizado no próximo dia 15 de junho. A chapa eleita ficará à frente do Sindicato no biênio (2016-2018).

Confira abaixo o cronograma das eleições do SINTE/RN:

15/04 a 15/05 – Registro de Chapa
15/05 – Prazo final para indicação de representantes de Chapa para integrar a Comissão Eleitoral
16/05 a 14/06 – Campanha Eleitoral
18/05 – Prazo final para entrega do ROL pelo SINTE/RN a Comissão Eleitoral.
18/05 a 19/05 – Análise do registro das Chapa
20/05 – Divulgação da relação nominal das Chapa
22/05 – Reunião com representantes das regionais e núcleos para tratar do pleito eleitoral
27/05 – Notificação da Comissão Eleitoral a chapa impugnada, caso haja.
27/05 e 28/05 – Apresentação da contrarrazão da impugnação a Comissão Eleitoral.
28/05 a 08/06 – Análise pela Comissão Eleitoral sobre impugnação de Chapa
09/06 – Divulgação da decisão e notificação do interessado sobre impugnação de Chapa
10/06 – Prazo final para entrega dos nomes que comporão as mesas coletoras e apuradoras de votos.
14/06 – Prazo final da campanha eleitoral.
15/06 – Eleições.
17/06 – Divulgação do resultado das eleições nas mídias do SINTE/RN.

22/06 – Prazo máximo para registro em cartório da ata da apuração e proclamação da chapa eleita.

Fonte: Sinte-RN Estadual

Greve da Educação no Paraná

PROFISSIONAIS EM EDUCAÇÃO DE CURITIBA (PR) DECIDEM MANTER GREVE


Os profissionais da educação do Paraná decidiram em assembleia manter a greve na tarde desta terça-feira (5). Aproximadamente 20 mil trabalhadores participaram da decisão. A principal reivindicação é a anulação da sessão da Assembleia Legislativa que aprovou o projeto de lei que altera o Paranaprevidência.


Os profissionais em Educação do Paraná realizaram na terça um protesto contra a repressão. Em greve há mais de semana, a mobilização e luta desses trabalhadores ganhou dimensões nacionais e internacionais, após forte repressão do governador Beto Richa (PSDB) contra a categoria na última quarta-feira, que terminou com pelo menos 213 pessoas feridas.

Fonte: CSP-Conlutas

Greves da Educação pelo país

REPRESSÃO ÀS GREVES DE EDUCADORES PELO PAÍS EXPÕE DESCASO DE GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAIS COM EDUCAÇÃO


Trabalhadores em Educação de diversos estados do país estão mostrando com luta e sangue que o Brasil está longe de ter como prioridade a educação, como prometeu a presidente Dilma Rousseff durante as eleições. A “Pátria educadora” se tornou “Pátria repressora”. Os professores que ousam lutar, com greves e mobilizações são tratados pelos governos com tiros, gás de pimenta e cassetetes.

O povo brasileiro acompanhou estarrecido a repressão da polícia do governador Beto Richa (PSDB) contra educadores do Paraná, que transformou a Praça Cívica, em Curitiba (PR), em Praça de Guerra, na tarde de quarta-feira (29).  A categoria está em luta contra a tentativa do governo em atacar a previdência dos servidores. O braço repressor do estado acabou com o ato legitimo e pacifico desses trabalhadores contra o projeto, que foi aprovado ao custo de muita violência, com mais de 200 professores feridos, 13 pessoas presas e 15 feridas com gravidade.

Assim como no Paraná, educadores do Pará, São Paulo, Pernambuco, Santa Catarina, Amapá, e da rede municipal em várias cidades, fazem greve e enfrentam a dureza desses governos, que retiram verbas do setor e consequentemente direitos desses trabalhadores.

Pelo país, são pautas comuns de enfrentamento desse segmento: o descumprimento da Lei do Piso, o não reajuste salarial e a desvalorização do profissional de educação.

No Pará, por exemplo, os profissionais em Educação do Estado estão há 33 dias  em greve e vêm travando uma batalha duríssima contra a política do governo de Simão Jatene (PSDB). A categoria reivindica a reforma nas escolas e o retroativo do piso.

Também em Pernambuco o governador Paulo Câmara (PSB), que prometeu em campanha dobrar o salário dos professores, agora diz que não tem aumento pra ninguém e nem sequer paga o piso, que é lei. Pior, ofereceu um reajuste de 0,89%. Uma provocação! A categoria seguiu os exemplos nacionais e tomou nas mãos os rumos da luta, contrariando a direção do Sindicato – CUT e CTB, e deflagrou a greve.

Em São Paulo, os professores da rede estadual, em greve há 50 dias, também enfrentam a mão de ferro do governador Geraldo Alckmin (PSDB) que ignora a greve da categoria e não negocia. Aplicando em âmbito estadual os cortes na educação, neste ano Alckmin cortou R$ 800 milhões de reais da educação pública.

A radicalidade do movimento grevista desses educadores também marca as mobilizações. Em Santa Catarina, os educadores em greve ocuparam a Assembleia Legislativa e permanecem acampados no local. A paralisação iniciada no dia 24 de março tem como principal reivindicação também o cumprimento do pagamento do piso nacional, em defesa do plano de carreira, e pelo reajuste de 13,01%, retroativo a janeiro de 2015, entre outras demandas.

Os profissionais da educação municipal de Goiânia (GO), também em greve, pedem melhorias nas estruturas físicas e segurança dos prédios, construção de novas unidades, além do pagamento retroativo da data-base de 2014 aos servidores administrativos e do piso dos professores. Eles também reivindicam o pagamento de gratificação de 30% para auxiliares educativos e de titularidades, titulações, progressões e seus respectivos retroativos ao prefeito Paulo Garcia (PT).

Os professores do município de Macapá (AP) da rede municipal de várias regiões fazem greve e enfrentam a dureza do estado, e também lutam para que seja cumprido e pago o Piso Nacional, que não é pago prefeito Clécio Luís (PSOL). Ao invés de negociar com a categoria e atender suas reivindicações (o seu partido diz defender o piso nacional dos professores estabelecido em lei), tem atacado sistematicamente a luta e escolheu o caminho da tentativa de criminalização do movimento.

Retirada de direitos para dar aos banqueiros e patrões

Independente da esfera, tanto os governos federal, estaduais ou municipais, em consonância com os patrões, estamos assistindo nacionalmente o desmonte do setor de Educação, com agravante da violência contra educadores de todo país que lutam contra retirada de direitos.

Nos estados e municípios, seguindo a política federal, o enxugamento fiscal e contenção de despesas são igualmente repassados para a sociedade que é quem paga a conta. Isso por meio dos elevados tributos, ou por meio da precarização dos serviços públicos.

Somente no âmbito federal, o governo cortou 7 bilhões de reais da pasta Educação. Tal medida de redução e contenção de gastos visa garantir “economia” para o pagamento da dívida pública, que consome quase metade do orçamento, 45%.

A meta do governo é poupar R$ 66,3 bilhões para garantir o superávit primário (economia para pagar a dívida), e isso será feito cortando despesas e aumentando de receitas (por meio da elevação de impostos). Sabemos quem paga por isso: os trabalhadores.

Greve Geral é a resposta

Esse descontentamento generalizado de diversos segmentos da categoria, com abrangência no setor de Educação, que está fragmentado nos estados, deve ser unificado e convergir em um movimento nacional, com a greve geral.

Para a dirigente da CSP-Conlutas Joaninha de Oliveira, as greves no setor de educação são contra a política que os governos estaduais e municipais que têm implementado, e que seguem a mesma lógica do governo Dilma, “impõem o ajuste fiscal, que se configura em ataques de direitos, a exemplo do não cumprimento da lei do piso”.

A dirigente alerta que os ataques se intensificarão e a violência também. “A exemplo da brutal repressão aos trabalhadores em educação do Paraná e da repressão em outros estados, os profissionais da educação devem intensificar também a resposta com mobilização, unidade e greve”, defende.

Joaninha chama atenção ainda para a postura omissa de algumas direções de entidades nacionais que representam a categoria, a exemplo da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) que mesmo diante de várias greves, que perduram há mais de um mês, chamou somente para agora e de forma desarticulada a uma mobilização nacional.


A dirigente reafirma o chamado da CSP-Conlutas para que as entidades rompam com as bandeiras governistas e organizem os trabalhadores da Educação, bem como de outras categorias para uma greve geral. “A CSP-Conlutas defende que para além dos setores de Educação é preciso fortalecer e impulsionar as lutas de todos os trabalhadores para um calendário nacional, rumo à greve geral. Vamos lutar contra as MPs 664 e 665 que retiram direitos e benefícios, e o projeto de lei 4330 que regulamenta a terceirização no país. Vamos dar um basta aos ataques aos direitos e só conseguiremos isso colocando os trabalhadores nas lutas e unidos”, convoca.

Fonte: CSP-Conlutas

Rumo à greve geral!

CENTRAIS SINDICAIS CONVOCAM PARA 29 DE MAIO DIA NACIONAL DE PARALISAÇÃO E MANIFESTAÇÕES RUMO À GREVE GERAL


Dia 29 de maio é Dia Nacional de Paralisação e Manifestações. A data, definida em reunião realizada nesta quarta-feira (6) em São Paulo, está sendo convocada pelas centrais sindicais CSP-Conlutas, CTB, CUT, Intersindical-CCT, UGT e Nova Central.
  
As bandeiras de luta são contra a terceirização no país, as medidas provisórias 664 e 665, que atingem o seguro-desemprego, o auxílio-doença e aposentadorias, o ajuste fiscal e em defesa dos direitos e da democracia.

Há consenso entre essas entidades de que para barrar os ataques do governo e do Congresso Nacional aos direitos trabalhistas é preciso colocar os trabalhadores na linha de frente dessa batalha. Para isso, a unidade dos que representam a classe trabalhadora é fundamental.

Estão previstas mobilizações em diversos setores estratégicos do país. O objetivo é repetir e ampliar as paralisações, manifestações e atos que ocorreram no último dia 15 de abril, também convocado por essas entidades, em que milhares de trabalhadores atenderam ao chamado de luta e pararam o Brasil.

Na avaliação da CSP-Conlutas, os trabalhadores demonstram disposição de ir às ruas. Segundo o dirigente Atnágoras Lopes, presente à reunião, em quase todos os estados da federação houve atrasos, bloqueios de vias, greves, paralisações e manifestações unitárias em protesto contra a terceirização e a retirada de direitos. “Vamos repetir e ampliar essas lutas, rumo à Greve Geral”, reforçou, defendendo a necessidade da Greve Geral.

Estavam presentes na reunião pela CSP-Conlutas Atnágoras Lopes e Luiz Carlos Prates, o Mancha.


Plenária ampliada – Na próxima segunda-feira (11) está sendo convocada uma plenária com a participação, além das centrais sindicais, dos movimentos sociais e populares para organizar ações conjuntas no dia 29. A reunião ocorrerá na sede da UGT, em São Paulo, às 10h.

Fonte: CSP-Conlutas

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Teto da Unidade Desaba

TETO DA UNIDADE DE SAÚDE DO CENTRO DE SÃO GONÇALO DESABA

Na sexta-feira passada (24), os servidores da saúde da Unidade de Saúde do Centro de São Gonçalo foram surpreendidos com o desabamento do teto de uma das salas da unidade. Felizmente não havia ninguém no local, só o cardiologista, que se encontrava na sala ao lado.

Os servidores acreditam que o desabamento aconteceu durante a madrugada. Na segunda-feira desta semana, os trabalhadores se depararam com os restos de gesso no chão. Para tentar minimizar a situação, a direção da unidade consertou o teto no mesmo dia, já que muitos servidores registraram a cena em fotografias e poderiam reproduzi-las nas redes sociais (como foi feito, de fato). No lugar do gesso, o teto foi consertado com PVC.

Vale lembrar que a unidade foi inteiramente reformada há pouco mais de 1 ano, nos fazendo questionar a qualidade desta reforma. Mas esse não é o único problema da unidade. Muitos servidores reclamam das constantes quedas de energia. Muitos atendimentos deixam de ser feitos por causa disso, como no setor de odontologia por exemplo. Sem energia, não há como ligar os aparelhos necessários para a prática odontológica. O próprio eletricista que foi chamado para reparar o problema levou choque e se recusou a voltar a trabalhar lá.

A unidade também sofre com infiltrações e mofo nas paredes. Na enfermaria, há manchas de mofo exatamente ao lado da máquina de preventivos.


Esse é só um retrato da caótica situação da saúde pública em São Gonçalo do Amarante. Precisamos nos unir e lutar contra essa péssima administração, que permite que situações como essa aconteçam. A queda do teto da unidade pode não ter atingido ninguém desta vez, mas uma verdadeira tragédia pode acontecer se houver uma próxima vez. Concorda?

Veja outras fotos do teto desabado:




Campanha Salarial 2015

ASSEMBLEIA DA SAÚDE DE SÃO GONÇALO APROVA CALENDÁRIO DE REUNIÕES SOBRE A CAMPANHA SALARIAL 2015 E TIRA DELEGADOS PARA CONGRESSO DA CSP-CONLUTAS


Na manhã desta quinta-feira (30), os servidores da saúde de São Gonçalo do Amarante se reuniram em assembleia para discutir a campanha salarial da categoria para 2015. A categoria retirou um calendário de reuniões nos locais de trabalho para conversar com os servidores para construir os eixos da campanha 2015.


Além disso, a assembleia também elegeu os servidores que participarão como delegados no 2º Congresso Nacional da CSP-Conlutas, que ocorrerá em junho, em Sumaré (SP). A companheira Jôse, do PSF Novo Santo Antônio, representará São Gonçalo do Amarante como delegada titular. Já o companheiro Tarcísio, do PSF Amarante, representará SGA como suplente. Também teremos a companheira Fátima, da unidade de Regomoleiro, como observadora.


O calendário das reuniões nos locais de trabalho deve ser divulgado em breve. Aguardem.

Dia Nacional da Educação

SERVIDORES DA EDUCAÇÃO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE PARTICIPAM DE ATO UNIFICADO NO DIA NACIONAL DE LUTAS DA EDUCAÇÃO



Na manhã desta quinta-feira (30), os servidores municipais da Educação de São Gonçalo do Amarante se uniram a professores e funcionários das redes municipais de Extremoz, Ceará-Mirim e Natal para um grande ato no Gancho de Igapó, durante o Dia Nacional de Luta pela Educação Pública.

Em todos o país, trabalhadores da Educação pública foram às ruas protestar contra os cortes que o Governo Federal tem promovido na Pasta da Educação, assim como lutar contra o Projeto de Lei 4330, que regulamenta a terceirização e pode ser uma grande ameaça aos serviços públicos, inclusive na Educação.

Os servidores ocuparam a principal rotatória do Gancho de Igapó e deram as mãos, simbolizando uma corrente em prol da Educação. O protesto contou também com a participação da vereadora de Natal, Amanda Gurgel (PSTU) e do representante do Sintest-RN, o companheiro Rebouças, além de lideranças sindicais de Extremoz, Ceará-Mirim, Ielmo Marinho e Maxaranguape.

A coordenadora do Sinte-RN, núcleo de São Gonçalo do Amarante, Socorro Ribeiro, denunciou os problemas da Educação Pública em SGA e convocou a população a apoiar a luta dos professores: “Que pátria educadora é essa que o Governo Dilma quer formar se, logo no começo do novo governo, ela corta bilhões da Educação? Como melhorar a Educação sem investir nela? Em São Gonçalo do Amarante sofremos com a falta de investimentos todos os dias e a coisa só piora com o atual governo da prefeitura, que se nega a melhorar as condições das escolas e dos trabalhadores”, concluiu.


À tarde, um novo protesto aconteceu, dessa vez convocado pelo Sinte-RN Estadual, no cruzamento da Av. Rio Branco com a Rua João Pessoa.

Veja mais fotos do protesto: