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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Dinheiro do trabalhador

SINTE-RN ENTRA COM AÇÃO PELO REEMBOLSO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL

A assessoria jurídica do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte-RN), núcleo de São Gonçalo do Amarante, ingressou com uma ação que visa o reembolso da contribuição sindical, descontada pela prefeitura em maio deste ano, em favor da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras da Administração Pública Municipal do Rio Grande do Norte (Fetam), mediante decisão judicial.


Cerca de R$ 60 mil foram descontados dos trabalhadores. O Sinte-RN está lutando judicialmente para que essa quantia seja devolvida aos bolsos dos servidores!

sábado, 13 de abril de 2013

Aumento no preço da cesta básica


Está difícil viver com salário de professor e de agente da saúde? Pois as coisas prometem ficar ainda mais difíceis para nós, trabalhadores, com o aumento no preço da cesta básica.

Entenda o caso na matéria a seguir, publicada na quinta-feira (11) no site da CSP-Conlutas:


APESAR DE DESONERAÇÃO, CUSTO DA CESTA BÁSICA AUMENTOU

Uma pesquisa de preços feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em 18 capitais brasileiras mostrou que em 16 delas o preço dos alimentos sofreu elevação no mês de março.

O anúncio da alta da cesta básica acontece um mês após a Presidente Dilma conceder um pacote de desoneração de impostos a 18 itens de consumo básico. Dentre eles, apenas os preços da carne, manteiga, café, açúcar e óleo de cozinha caíram, na maioria das cidades pesquisadas pelo Dieese. Contudo, segundo economistas, as quedas não chegam nem à metade do que deveria ser caso o repasse fosse integral.

A alta, entretanto, afeta outros itens da cesta, que já não pagavam impostos. É o caso do feijão e do tomate, cujas altas anularam a pequena queda de preço dos produtos desonerados.

A cesta mais cara do país continuou sendo a de São Paulo, com o valor de R$ 336,26, sendo 2,96% maior que o custo de feveireiro e 23,06% do valor de um ano atrás.

A mais barata foi a de Aracaju, onde se paga R$ 245,94 pela cesta, valor 3,16% maior em relação a fevereiro.

As únicas capitais onde a cesta ficou mais barata foi Florianópolis, no valor de R$ 307,37, com queda de 2,25% e Natal, ao custo de R$ 279,24, uma queda de 1,42%.

Inflação é maior para quem ganha menos

Para trabalhadores que ganham até 2,5 salários mínimos, o peso da inflação dos alimentos é ainda maior. Isso acontece porque os preços dos alimentos adquiridos pelos consumidores com renda mais baixa dispararam.

Em 12 meses, a inflação de alimentos e bebidas medida pela Fundação Getúlio Vargas foi de 8,1% para famílias com renda mensal de até R$ 830. No mesmo período, a inflação de alimentos e bebidas para famílias com renda superior a R$ 10.375 acumulou 6,6%.

“A alta da inflação volta a afetar os trabalhadores. Ao invés de conceder desoneração de impostos aos patrões, a presidente Dilma precisa tomar medidas que beneficiem de fato os trabalhadores, que são cada vez mais prejudicados pela alta dos preços”, avalia o diretor do Sindicato Edson Alves da Cruz.