Horário: A partir das 11 horas
Local: Pátio da Reitoria
Mais informações clique em Coletivo Tudo Vai Ser Diferente
Realização: Coletivo Tudo Vai ser Diferente e ANEL - Assembléia Nacional dos Estudantes - Livre
No dia em que o sindicato visitou a unidade, a gerente do posto estava levando para a Secretaria de Saúde cerca de 60 frascos de dipirona em gotas, todos contaminados com urina de rato. É claro que tanto descaso com as condições sanitárias da saúde municipal acabaria com a contaminação de alguém. Em 2009, a enfermeira da unidade contraiu leptospirose, doença transmitida pela urina do rato.
da BBC Brasil
Funcionários públicos e do setor de transportes da Grécia realizam uma greve geral nesta quarta-feira - a terceira dos últimos meses - para protestar contra planos do governo de cortar gastos e aumentar impostos.
Todos os voos internacionais foram suspensos a partir das 0h00 locais (18h de terça-feira em Brasília), enquanto trens e balsas permaneceram parados.
Escolas, hospitais e muitos escritórios devem fechar em todo o país. Funcionários públicos e professores já haviam cruzado os braços desde o meio-dia de terça-feira.
Os grevistas também convocaram uma grande manifestação no centro de Atenas.
As medidas de austeridade anunciadas pelo governo no último domingo fazem parte de um acordo com a União Europeia e o FMI por um pacote de ajuda de 110 bilhões de euros, e vêm provocando revolta entre os cidadãos gregos.
Entre elas estão o congelamento de salários, o corte dos fundos de pensão e o aumento de impostos.
O objetivo é reduzir o orçamento em 30 bilhões de euros nos próximos três anos, com a meta de cortar o deficit orçamentário grego para menos de 3% do PIB até 2014. O PIB atual do país é de 13,6%.
O Parlamento grego deve votar as medidas até a sexta-feira.
A população e os trabalhadores no país dão demonstrações de que não estão dispostos a pagar por essa crise. Para 2010, as medidas de rigidez devem causar uma recessão que reduzirá o PIB em 4%. Se num primeiro momento o governo contava com certo apoio popular para impor o ajuste, com o aprofundamento dos ataques essa situação se inverte rapidamente. Pesquisas recentes apontaram que mais da metade da população está disposta a sair às ruas contra o governo, enquanto 61% estão contra os ajustes.
No 1º de maio o governo grego já enfrentou uma série de mobilizações. No dia 3, um grupo de professores e estudantes invadiu um programa de TV ao vivo, em Atenas, para protestar contra os cortes da Educação. Na manhã de ontem, cerca de 200 militantes do Partido Comunista ocuparam a Acrópole, um dos maiores pontos turísticos do país, e fixaram uma enorme faixa convocando a jornada de paralisações e protestos. “Povo da Europa levante-se” dizia.
Nesse dia 4 os funcionários públicos cruzaram os braços por 48 horas e realizaram manifestações que enfrentaram a repressão da polícia. Para hoje, dia 5 de maio, centrais sindicais preparam uma nova greve geral de 48 horas contra os planos do governo.
Ajuste fiscal e ataques
O “plano de austeridade” coordenado pelo governo grego é a compensação ao pacote de ajuda aprovado no último dia 2 pelo Banco Central Europeu e o FMI, que concederá o equivalente a 110 bilhões de euros, ou 145 bilhões de dólares ao país em três anos. É o maior pacote de “resgate” já aprovado a um país. Esse valor equivale a quase metade do PIB da Grécia em um ano e é condicionado a um brutal aperto fiscal.
O governo do primeiro-ministro George Papandreou anunciou o objetivo de reduzir o déficit fiscal do país, dos atuais 13,6% para 3% em três anos, o limite máximo estabelecido aos países da Zona do Euro. “Os nossos cidadãos terão de fazer grandes sacrifícios”, disse em pronunciamento à TV. As medidas do pacote facilitam as demissões, aumentam a idade para as aposentadorias, além de aumentarem o IVA, uma espécie de ICMS, sobre produtos como o combustível. Privatizações e cortes na Saúde e Educação também constam no pacote. Pelo acordo, a Grécia terá que prestar contas do ajuste a cada 3 meses a seus credores.
A pressão para o recrudescimento do ajuste aumentou quando a agência internacional de classificação de risco a Stand & Poor rebaixou a nota do país ao nível de especulação. Ou seja, apontou aos investidores que colocar dinheiro na Grécia é uma medida de alto risco. Além disso, a agência também rebaixou as notas da Espanha e Portugal, o que aumentou o temor de um contágio da crise para os demais países do continente.
A nova jornada de lutas e paralisações no momento da aprovação do pacote deve apontar a intensificação das lutas na Grécia e na Europa.
Concentração do ato
Juary Chagas, do Sindicato dos Bancários
Os trabalhadores também lembraram a importância do Congresso de Unificação da Conlutas com a Intersindical marcado para os dias 5 e 6 de junho, que pode criar uma nova entidade sindical e popular para lutar contra os patrões, os governos e o capitalismo.
"Para nós, não há razões para festas no 1º de maio. É um dia de luta de todos os trabalhadores e da população pobre. Governos como os de Lula, Iberê e Jaime Calado, só mostram que a luta não pode parar. Estes senhores não medem esforços para beneficiar empresários e atacar as nossas conquistas. Em São Gonçalo, as greves são reprimidas, os salários cortados e os serviços públicos não atendem as necessidades da população.", afirmou Simone Dutra, diretora do Núcleo do Sindsaúde.
Simone Dutra, do Núcleo do Sindsaúde
O Congresso de Unificação da Conlutas e da Intersindical, que acontecerá nos dias 5 e 6 de junho, em Santos (SP) deve discutir a formação de uma nova entidade sindical e popular e a construção de um programa contra o capitalismo, que enfrente a política econômica do PT e da oposição de direita. Além disso, precisa apresentar um programa aos candidatos dos trabalhadores.
No dia 17 de abril de 1996, ocorreu em Eldorado dos Carajás, no Estado do Pará, um atentado contra famílias acampadas que lutavam por terra. Policiais armados assassinaram brutalmente 19 trabalhadores (número reconhecido) a tiros e golpes de suas próprias ferramentas. Até hoje estes assassinos estão impunes e as famílias clamam por justiça.Os trabalhadores potiguares vão pagar mais caro pela energia elétrica. No último dia 20, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou o reajuste da tarifa anual da Cosern, empresa do grupo Neoenergia. Para consumidores de baixa tensão (imóveis residenciais), a tarifa ficará em média 8,33% mais cara, enquanto a tarifa para a alta tensão (empresas e grandes indústrias) sofrerá um reajuste médio de 7,18%.
SINTE/RN - NÚCLEO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE
PRESTAÇÃO DE CONTAS
MARÇO – 2010
RECEITA
SALDO ANTERIOR - R$ 11.566,80
CONSIGNAÇÃO (FEVEREIRO) - R$ 7.697,89
TOTAL - R$ 19.264,69
DETALHAMENTO DE DESPESAS
REPASSE AO SINTE/RN - R$ 1.924,47
ALUGUEL (SEDE) - R$ 330,00
COSERN - R$ 24,78
SAAE - R$ 75,00
TELEFONE MÓVEL - R$ 246,91
TELEONE FIXO - R$ 195,60
FUNCIONÁRIA (SALÁRIO + PASSAGENS) - R$ 864,00
CONTRIBUIÇÃO CULTURAL - R$ 200,00
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO - R$ 550,00
ASSESSORIA JURÍDICA - R$ 765,00
CARRO DE SOM - R$ 1.985,00
CLUBE DOS CORREIOS + CADEIRAS (ALUGUEL) - R$ 725,00
PASSAGENS DA ZONA RURAL/URBANA (GREVE) - R$ 399,75
MATERIAL DE EXPEDIENTE - R$ 304,15
MATERIAL DE CONSUMO - R$ 410,29
FILMADORA SONY - R$ 1.449,90
MATERIAL DE SOM / INFORMÁTICA - R$ 546,62
FAIXAS - R$ 90,00
TÁXI - R$ 886,00
REFEIÇÃO (AUDIÊNCIAS) - R$ 546,00
REFEIÇÃO (COMANDO DE GREVE / GERAL) - R$ 597,00
REPRODUÇÃO DE MATERIAL - R$ 597,75
TOTAL - R$ 13.713,22
SALDO - R$ 5.551,47